No passado dia 10 de Outubro, pelas 5:30 da manhã, rumei ao Alqueva, com o Nuno, onde já nos esperavam o Pereira, o Charrua, O Silva e o Hélio, que já tinham ido no dia anterior.

O caminho fez-se de forma rápida e tranquila. Chegámos à Amieira por volta das 7:30, mas os nossos colegas ainda não estavam prontos – parece que a noite tinha sido bastante alegre 🙂 e assim adivinhava-se uma manhã um pouco triste 😉

Eu e o Nuno à chegada - Amieira

Eu e o Nuno à chegada - Amieira

Enquanto esperávamos por eles, começamos a documentar fotográficamente mais esta nova experiência, que para nós os dois era totalmente nova – foi a primeira pescaria embarcada numa grande barragem!

Pereira e Silva chegam finalmente

Pereira e Silva chegam finalmente

Chegada do Charrua... nota-se assim tanto que a noite foi alegre?!

Chegada do Charrua... nota-se assim tanto que a noite foi alegre?!

Adivinhava-se um óptimo dia de pesca, com muito Sol e com vento fraco… entretanto, entre ir ao café e colocar os barcos na água, deu-se inicio à pesca apenas por volta das 8:45.

Antes de entramos para os barcos, o Pereira resolveu mostrar como se lançava com uma cana e carreto de casting… o resultado foi o que a foto abaixo mostra:

Pereira no primeiro lançamento da sua vida com cana e carreto de casting, e o resultado foi: um magnifico novelo que foi irrecuperável!! :P

Pereira no primeiro lançamento da sua vida com cana e carreto de casting, e o resultado foi: um magnifico novelo que foi irrecuperável!! 😛

Depois de colocado um novo fio no meu carreto, cada barco dirigiu-se para um recanto diferente, tendo ficado num deles o Nuno, o Pereira e o Silva, e no outro eu, o Charrua e o Hélio.

Vista do barco

Vista do barco onde andei

Entretanto, no outro barco o Nuno foi fotografando alguns momentos:

Pereira consegue sacar um tubarão do Alqueva!!

Pereira consegue sacar um tubarão do Alqueva!!

Silva numa das poucas capturas do dia

Silva numa das poucas capturas do dia

Nuno exibe o seu primeiro achigã do dia

Nuno exibe o seu primeiro achigã do dia

Paisagens do Alqueva

Paisagens do Alqueva

Paisagens do Alqueva

Paisagens do Alqueva

Paisagens do Alqueva

Paisagens do Alqueva

Nem só da achigã se vivia naquele barco...

Nem só da achigã se vivia naquele barco...

Por volta das 13:30 juntamo-nos num recanto, e verificamos que não estava a ser grande pescaria para ninguém!

Nuno, Pereira e Silva encontram-nos finalmente num dos recantos

Nuno, Pereira e Silva encontram-nos finalmente num dos recantos

Cada barco tinha menos de 10 peixes, tendo o maior exemplar sido capturado pelo Pereira – segundo testemunhos, o peixe devia estar doente 🙂

Pereira apanha o maior do dia

Pereira apanha o maior do dia

Pereira apanha o maior do dia - pesagem

Pereira apanha o maior do dia - pesagem

Algo decepcionados, rumámos ao local onde tinhamos os carros… mais valia ir almoçar, que ficar por ali mais tempo…

Charrua resolve ir ao banho depois de colocar o barco no atrelado...

Charrua resolve ir ao banho depois de colocar o barco no atrelado...

Depois do almoço, que se prolongou pela tarde dentro, fomos tentar a sorte para outro local, perto da marina… mal saiamos o que nos esperava…

A tarde foi ainda mais negra que a manhã, quer pelas capturas, quer pelos azares…

O Hélio teve, segundo palavras do próprio “uma quebra de tensão”, desequilibrou-se, e aterrou directamente em cima da minha cana inteiriça de spinning, que ficou transformada numa cana de partir em duas!

Antes disso, o Pereira via o motor eléctrico arder… será que andar muito tempo com ele no máximo teve alguma coisa a ver??!

Já no final do dia, o motor principal do barco do Charrua resolveu parar… voltámos imediata e lemtamente para trás com a ajuda do motor eléctrico, esperando que o Pereira chegasse para nos rebocar.

Sonda do barco do Pereira numa das zonas mais fundas

Sonda do barco do Pereira numa das zonas mais fundas

Cá vamos nós (o Charrua, eu e o Hélio) a ser rebocados

Cá vamos nós (o Charrua, eu e o Hélio) a ser rebocados

Já com os barcos nos atrelados, o Charrua foi deixar o Hélio a casa, enquanto eu, o  Nuno, o Pereira e o Silva o espávamos na entrada da Amieira…

Enquanto esperavamos pelo Charrua, o Silva mostra como domar um touro

Enquanto esperavamos pelo Charrua, o Silva mostra como domar um touro

Nuno mostra ao Silva como se pega um touro!!

Nuno mostra ao Silva como se pega um touro!!

Em jeito de conclusão de mais esta jornada, posso dizer que pessoalmente, e em termos de pesca, fiquei algo desapontado: pouco peixe e pequeno!

O dia valeu realmente a pena pelo convívio, e espero que possamos passar mais dias como este no futuro!

Um abraço aos meus colegas e que para a próxima se apanhe mais peixe – e que o maior seja meu, claro! 🙂 😉

Alberto Nunes

Alberto Nunes é um profissional de Informática viciado em pesca ao achigã. Criou o basspt.com para partilhar as suas ideias e experiências de pesca ao achigã, e para colmatar a falta de informação em Portugal sobre esta temática.

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