Pois é, um dia depois de me ter iniciado na pesca de superfície, com a minha nova popper, voltei ao meu açude preferido, desta vez durante a manhã. Tinha ficado a saber a pouco os peixes pescados no dia anterior…

E até parece que comprei a popper no dia exacto!

Cheguei ao açude no dia 30 de Agosto por volta das 10h da manhã, a água estava como um espelho, e por toda a parte se podiam ver libelinhas sobre a água e achigãs aos saltos! Estava sem dúvida o melhor dia de pesca que tinha apanhado até ao momento durante este ano!

Assim que vi aquelas condições pensei logo “ainda bem que comprei a popper, melhores condições que estas para pescar de superfície é impossível!”.

E lá fui eu, em direcção ao meu local preferido do açude (sim, apesar de ser bastante pequeno, tem locais melhores que outros).

Primeiro lançamento, primeiro ataque, primeiro peixe!! Não havia maneira melhor para começar! Continuei a lançar, e o peixe continuou a cair, e sempre sem sair do sítio… impecável! 🙂

Vários lançamentos e peixes depois, aconteceu o inesperado: o maior peixe do ano! (uns centímetros acima do maior que já tinha apanhado)

Nunca pensei que o pequeno açude que utilizo para testar material e praticar tivesse peixe deste tamanho…

Graças à minha nova amostra de superfície consegui apanhar o maior peixe de todos os que apanhei até ao momento, e de certeza que não o teria conseguido com as minhas amadas amostras de vinil, visto que este foi capturado numa zona de água extremamente baixa, onde não ia conseguir trabalhar as amostras de vinil, pois de certeza que iriam tocar no fundo e apanhar ervas.

Aqui ficam algumas das fotos do excelente exemplar:

Achigã com 920 gramas, capturado com uma amostra de superfície - popper

Achigã com 920 gramas, capturado com uma amostra de superfície - popper

Achigã com 920 gramas, capturado com uma amostra de superfície - popper

Tenho mesmo que comprar uma fita métrica para começar a trazer comigo… 🙂

Este tinha sido o último dia e último peixei que tinha apanhado… vieram as férias com a esposa e a pesca ficou de parte…

Ontem voltei lá, 20 dias depois. Estava um dia diferente – algum vento, água um pouco agitada, nem sinal de peixe aos saltos… hhhmmm… isto não era dia para a popper e para pescar à superfície.

Nem esitei em colocar um anzol e um dinger, com empate Wacky… e mais uma vez acertei! Primeiro lançamento para o pé de um pinheiro seco que se encontra submerso, e primeiro peixe (um palmeirão, como costumamos dizer entre amigos).

Entretanto, a coisa acalmou durante algum tempo (tempo demais)… Mais para o final, começaram a cair alguns peixes mais pequenos, com a medida mesmo à tangente… Estava já mesmo para ir embora, quando pensei “só mais um lançamento ali na zona dos pinheiros submersos”. E não é que fiz bem! Mesmo no final do dia, consegui pescar mais um bom exemplar, que deveria rondar as 600 ou 700 gramas (hhmmm ainda não tinha a fita…):

achigã grande

achigã grande

Alberto Nunes

Alberto Nunes é um profissional de Informática viciado em pesca ao achigã. Criou o basspt.com para partilhar as suas ideias e experiências de pesca ao achigã, e para colmatar a falta de informação em Portugal sobre esta temática.

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