Tal como referi no final do último post sobre pesca ao achigã, adquiri algum material novo, do qual salientei umas amostras de vinil que comprei on-line, e que segundo o produtor, iriam fazer a diferença. Coincidência ou não, no passado dia 27 de Julho, quando fui com mais 3 colegas a um açude, numa das nossas pescarias de fim de tarde, consegui apanhar o maio exemplar dos 16 exemplares capturados nessa tarde – um belo achigã entre as 500 e as 600 gramas.Foi uma óptima estreia para as minhas novas amostras de vinil, que provaram despertar a atenção dos achigãs, e, não sei se é coincidência ou não, apesar de estar a utilizar o método de “puxar e parar”, não cheguei a obter nenhum toque dos quais precisasse de parar, à espera que o peixe levasse o fio.Dos 3 peixes que apanhei, em todos o fio desapareceu imediatamente, nem sequer deram toque! Limitaram-se a comer a amostra e pronto! Este comportamento foi algo novo para mim, que estava habituado a pesca com amostra tipo kreature ou senkos, onde normalmente sentia um toque, parava, e só depois é que o peixe comia a amostra. Com as novas “minhocas” que se mexem sozinhas (é mesmo verdade!), não é preciso nada disto: vou puxando e parando, e é só ter atenção para ver o fio a desaparecer, e depois ferrar o peixe.

Para finalizar, deixo-vos com duas fotos de 2 dos achigãs que apanhei:
Primeiro achigã com as novas amostras

Primeiro achigã com as novas amostras

O maior achigã do ano até ao momento (capturado com as novas amostras)

O maior achigã do ano até ao momento (capturado com as novas amostras)

Alberto Nunes

Alberto Nunes é um profissional de Informática viciado em pesca ao achigã. Criou o basspt.com para partilhar as suas ideias e experiências de pesca ao achigã, e para colmatar a falta de informação em Portugal sobre esta temática.

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