Tal como referi no final do último post sobre pesca ao achigã, adquiri algum material novo, do qual salientei umas amostras de vinil que comprei on-line, e que segundo o produtor, iriam fazer a diferença. Coincidência ou não, no passado dia 27 de Julho, quando fui com mais 3 colegas a um açude, numa das nossas pescarias de fim de tarde, consegui apanhar o maio exemplar dos 16 exemplares capturados nessa tarde – um belo achigã entre as 500 e as 600 gramas.Foi uma óptima estreia para as minhas novas amostras de vinil, que provaram despertar a atenção dos achigãs, e, não sei se é coincidência ou não, apesar de estar a utilizar o método de “puxar e parar”, não cheguei a obter nenhum toque dos quais precisasse de parar, à espera que o peixe levasse o fio.Dos 3 peixes que apanhei, em todos o fio desapareceu imediatamente, nem sequer deram toque! Limitaram-se a comer a amostra e pronto! Este comportamento foi algo novo para mim, que estava habituado a pesca com amostra tipo kreature ou senkos, onde normalmente sentia um toque, parava, e só depois é que o peixe comia a amostra. Com as novas “minhocas” que se mexem sozinhas (é mesmo verdade!), não é preciso nada disto: vou puxando e parando, e é só ter atenção para ver o fio a desaparecer, e depois ferrar o peixe.
Pesca ao achigã – apanhar grandes com amostras de vinil
Para finalizar, deixo-vos com duas fotos de 2 dos achigãs que apanhei:




só para tirar uma dúvida que tenho em relação a estas pescarias: o que fazem com o peixe capturado? Torturam-nos para obter informações preciosas para capturar o rei a a raínha, devolvem-nos ao rio ou simplesmente devoram-nos? Boa pescaria!
Como é que não me lembrei de os torturar antes… 😛
Tudo o que for peixes com menos de 20cm são devolvidos à água, visto que essa é a medida mínima por lei.
Os outros, depende de cada pescador: uns devolvem tudo, outros ficam com eles para comer.
São as mais versáteis e económicas.
Como as utilizo em 80% das pescarias que faço, foi com elas que capturei os maiores exemplares (max.2Kg) – Alqueva OUT07- creature azul.
Tenho ainda a registar que ano após ano é com esta infindável variedade de formas/cores que tenho conseguido os maiores exemplares.
Acrescento ainda que sexta-feira santa de 2007 assisti à captura de um belo exemplar, em Montargil – Foros do Mocho, por C.Paulino com uns fantasticos 2.7Kg e claro está com vinil – tubegig azul/esverdeado.
Acho que o tempo começa a prometer !!!!!!
Mas é minha convicção que é mais propício para o BTT
olá
Eu gostava de ver era as tais ‘as minhas novas amostras de vinil’…
também queremos, não é? 🙂
Olá Amadeu.
As tais amostras são as que constam na foto da morada:
http://2.bp.blogspot.com/__8QTZRBYka0/SoKOtly3xnI/AAAAAAAAD4U/pqsdqlFjzTk/s1600-h/P08-08-09_10.57.jpg
Boas,será que me podiam indicar algumas lojas online?
Cumprimentos