Hoje não vos vou falar de nenhuma amostra, técnica ou dica de pesca, vou falar de uma experiência de pesca que achei, no mínimo, fantástica!
No passado dia 29 de Outubro, enquanto tinha em minha casa o Takatoshi Murase, vivi uma experiência de pesca diferente, na companhia de pessoas extraordinárias.
Além dos vários dias de pesca nos mais variados locais, na companhia do Takatoshi Murase, nesse dia tínhamos encontro marcado para uma pescaria com os guias de pesca da Naturpesca, José Gomes Torres e o seu filho José Pedro Torres.
A Naturpesca
Para quem não conhece, a Naturpesca é uma empresa cujo objectivo principal é a prestação de serviços de Guias de Pesca aos pescadores, quer sejam experientes ou não, criando todas as condições para a captura de espécies piscícolas de elevado interesse desportivo, com recurso a cana e carreto de pesca, dando preferência aos iscos artificias.Mais concretamente a Naturpesca proporciona Aventuras de Pesca a várias espécies piscícolas:
– Achigã (Micropterus salmoides), Lucioperca (Sander lucioperca), Siluro (Silurus glanis), Truta Fário (Salmo truta), Carpa (Cyprinus carpio) e Barbo (Barbus bocagei), estes últimos na modalidade de Flyfishing.
As modalidades de pesca oferecidas são:
– Pesca embarcada ou apeada ao achigã, lucioperca e siluro, com iscos artificiais nas albufeiras de Monte Fidalgo, Fratel, Idanha e Pracana;
– Pesca apeada a barbos e carpas, nas albufeiras de Idanha e Marateca, na modalidade de flyfishing;
– Pesca apeada à truta autóctone nas Ribeiras Salmonídeas da nossa região;
– Apoio ao Carpfishing, no transporte de equipamentos e pescadores para locais remotos;
– Reconhecimento do fundo dos pesqueiros através de sonar HD e Down Image. Apoio à engodagem;
– Apoio a outras actividades de pesca ou embarcadas: fotografia, filme, investigação, etc., a considerar caso a caso.
– Achigã (Micropterus salmoides), Lucioperca (Sander lucioperca), Siluro (Silurus glanis), Truta Fário (Salmo truta), Carpa (Cyprinus carpio) e Barbo (Barbus bocagei), estes últimos na modalidade de Flyfishing.
As modalidades de pesca oferecidas são:
– Pesca embarcada ou apeada ao achigã, lucioperca e siluro, com iscos artificiais nas albufeiras de Monte Fidalgo, Fratel, Idanha e Pracana;
– Pesca apeada a barbos e carpas, nas albufeiras de Idanha e Marateca, na modalidade de flyfishing;
– Pesca apeada à truta autóctone nas Ribeiras Salmonídeas da nossa região;
– Apoio ao Carpfishing, no transporte de equipamentos e pescadores para locais remotos;
– Reconhecimento do fundo dos pesqueiros através de sonar HD e Down Image. Apoio à engodagem;
– Apoio a outras actividades de pesca ou embarcadas: fotografia, filme, investigação, etc., a considerar caso a caso.
A pescaria
A ideia era proporcionar uma experiência de pesca diferente ao Takatoshi Murase daquela que ele já tinha tido em 2013, quando esteve em minha casa durante uns dias.
O dia começou relativamente cedo, tendo em conta que na noite anterior fiquei na conversa com o GT (Gomes Torres) até ás 2:30 da manhã…
Pessoalmente, tinha como objectivo ter a minha experiência de flyfishing e também de capturar o meu primeiro Lucioperca…
Uma coisa que não pude deixar de reparar foi a rapidez com que o barco foi colocado na água. Em 10 minutos, ou nem tanto, estávamos dentro do barco e a caminho do primeiro pesqueiro.
A manhã começou lenta e, enquanto o Taka conseguia umas quantas capturas de pequeno porte, o GT, que tinha montado um swimbait da b8lab na cor Fire Gupy, que eu tinha levado para lhes oferecer, conseguiu a melhor captura da primeira parte da manhã.
Por volta 11 da manhã, eu e o GT fomos para a margem, para fazer uma sessão de flyfishing ás carpas e aos barbos enquanto o Taka e o José Torres continuaram de barco, aos achigãs.
Apesar de não termos tido sucesso esperado no flyfishing, foi uma óptima experiência. Ainda se conseguiu ferrar uma carpa e um barbo, mas ambos acabaram por escapar. No final, conseguiu-se capturar um achigã com cerca de 500g.
Entretanto foi-se aproximando da hora de almoço. O José Pedro e o Taka “apanharam-nos” novamente e rumámos para a carrinha, para montar o piquenique. Foi aí que soubemos que o Taka tinha conseguido várias capturas, uma delas com muito bom tamanho.
O almoço passou-se rapidamente, entre boas histórias e algumas questões ao Taka.
Antes de embarcarmos para a última pesca da tarde, houve ainda tempo para iniciar o Taka no flyfishing, algo que ele me confessou estar muito entusiasmado por poder experimentar.
De tarde os achigãs estiveram mais difíceis, e houve menos capturas, mas já mais para o fim do dia atingi o meu objectivo pessoal – o meu primeiro Lucioperca!

O meu primeiro Lucioperca, capturado com uma USM na cor Pink Candu Crush
Conclusão
Este foi mais um daqueles dias que vão ficar na minha memória por muitos e muitos anos. Foi o meu primeiro contacto com o flyfishing, o meu primeiro Lucioperca e, não menos importante, o dia em que tive oportunidade de pescar pela primeira vez com o GT e o José Pedro, dois dos maiores defensores do achigã que conheci até hoje!
Se gostam de pesca, não deixem de experimentar um dia de pesca com este pessoal, vão ver que não se irão arrepender!
Para os interessados, aqui ficam os contactos:
Website: www.guias-naturpesca.com
Facebook: www.facebook.com/naturpesca.guiasdepesca
Resta-me deixar o meu sincero agradecimento a toda a família Torres pela forma como nos receberam e como nos trataram. MUITO obrigado!







